Linha do Tempo

1964 - 1973


1960- No início da década de 1960, um grupo de estudantes de pedagogia pensa em abrir uma escola voltada à formação integral da criança. Uma forte reflexão sobre as transformações sociais impulsionava as jovens sócias.

1964- No dia 1º de março começa a funcionar a Escola Pequeno Príncipe. Começa com 16 alunos. O método Montessori – o que havia de mais moderno na educação infantil naquela época – é adotado. Uma educação centrada no papel do aluno e não mais do educador.

1965- O crescimento é rápido. O segundo ano de funcionamento da escola tem início com 120 alunos, fruto da divulgação da filosofia da escola entre os pais.

1967- O desejo de divulgar o conhecimento sobre a educação leva a escola a publicar a Revista Educação para o Desenvolvimento. Durante os anos seguintes foram 38 edições da publicação, com foco no pensamento de teóricos da educação como Paulo Freire, Carl Rogers, Jean Piaget, Carl Jung, Vygostky. Ao mesmo tempo a divulgação da prática pedagógica da escola torna-se um diferencial.

1969- Este ano marca o primeiro salto organizacional da Escola. Tem início o ensino primário. Durante os primeiro anos do primário, várias experiências são colocadas em prática, entre elas a existência de professores de artes e ciências desde a alfabetização.

1970- A escola muda seu nome para Escola Nova Lourenço Castanho – nome da rua onde instalou a nova unidade. A preocupação com o tratamento integral da criança leva a equipe a implanta o setor de fonoaudiologia.

1972- No início do ano, após rever as reais necessidades da escola, o grupo de sócias decidem mudar o enfoque da revista Educação para o Desenvolvimento. Nascem os Cadernos de Educação para o Desenvolvimento. A produção de material pedagógico organiza e divulga a prática pedagógica da escola. Ao longo das décadas seguintes, cerca de 120 escolas de todo o Brasil adquiriam os cadernos e utilizaram as experiências da Lourenço Castanho.

© Centro de Memória Lourenço Castanho 2014